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domingo, 5 de junho de 2011

Ainda Existe Esperança - audiobook

Para baixar os áudios do livro, sobre os links abaixo, clique com o botão direito do mouse e escolha “Salvar destino como”
Introdução – O Autor da Esperança
Capítulo 1 – Esperança para Você
Capítulo 2 – A Esperança dos Séculos
Capítulo 3 – Amor Incomparável
Capítulo 4 – O Mestre da Esperança
Capítulo 5 – Palavras de Esperança
Capítulo 6 – Valores Eternos
Capítulo 7 – Verdades Essenciais
Capítulo 8 – A Fonte da Felicidade
Capítulo 9 – Milagres Prodigiosos
Capítulo 10 – Nascido para Morrer
Capítulo 11 – O Maior Presente
Capítulo 12 – Vida para Sempre
Capítulo 13 – Amigos da Esperança
Capítulo 14 – A Esperança do Futuro
Conclusão – O Caminho da Esperança

domingo, 1 de maio de 2011

TV na infância traz impactos negativos a longo prazo




Quer que seus filhos sejam mais espertos e saudáveis? Mantenha-os longe da televisão enquanto são crianças. Essa é a conclusão de um estudo conjunto da Universidade de Montreal, Universidade de Sainte-Justine (ambas no Canadá) e da Universidade do Michigan (EUA), e publicado no periódicoArchives of Pediatrics & Adolescent Medicine. O estudo afirma que a exposição à televisão pode levar a duas consequências nas crianças: notas piores na escola e hábitos alimentares pouco saudáveis. “Nosso estudo aponta que cada hora de exposição de crianças à TV corresponde a uma determinada piora nos níveis de comportamento dentro da escola, maiores índices de exposição à segregação entre os colegas de classe, aumento do sedentarismo, grande consumo de comidas pouco saudáveis e, consequentemente, maior índice de gordura corporal”, diz a autora principal do estudo, Linda Pagani.

O foco do estudo era determinar o impacto da exposição aos programas televisivos em crianças com média de 2 anos e qual o reflexo disso no seu futuro acadêmico, escolhas pessoais e nível de bem-estar entre as crianças. “Entre as idades de 2 e 4 anos, a alta exposição à televisão atrasou o desenvolvimento desses indivíduos”, indica Pagani.

O estudo observou mais de 1,3 mil crianças, além de entrevistar pais e professores. O índice de massa corporal (IMC) dessas crianças também foi acompanhado até elas completarem 10 anos.

“A infância é um período crítico para o desenvolvimento cerebral e formação do comportamento”, alerta Pagani. “Muito tempo na frente da TV durante esse período pode levar a hábitos pouco saudáveis no futuro. E mesmo com recomendações, nos EUA, de que crianças dessa idade (2 anos) deveriam assistir no máximo duas horas de televisão por dia, muitos pais simplesmente ignoram essa advertência.”

“Entretanto, o impacto dessa vivência diária na frente da TV parece desaparecer após os 7 anos de idade, mas os resultados do hábito em idades anteriores a isso parecem perdurar”, aponta a autora. Como o hábito de assistir televisão encoraja um estilo de vida sedentário, diz Pagani, os pais deveriam evitar que eles se mantivessem muito tempo em uma posição de passividade física e mental.

“Deveria ser do conhecimento de todos que o tempo na frente da televisão deveria ser gasto com atividades que enriquecessem o desenvolvimento da saúde das crianças, assim como ampliassem as possibilidades de desenvolvimento cognitivo, comportamental e motor”, dizem os pesquisadores.

Saúde e Família: Bactéria resistente contamina 25% da carne americana



Bactéria resistente contamina 25% da carne americana
Pedaços de carne obtidos em mercados de cinco cidades dos Estados Unidos revelaram a existência de uma bactéria resistente em quase 25% da carne bovina, de frango, porco e peru oferecida aos consumidores, demonstra um estudo publicado nesta sexta-feira. O estafilococo aureus, bactéria que pode provocar infecções na pele, pneumonia, septicemia ou endocardite, foi encontrado em 47% das mostras, segundo o estudo publicado pela revista Clinical Infectious Diseases. Mais da metade (52%) das amostras infectadas continha uma dura cepa do estafilococo aureus, resistente a pelo menos três tipos de antibióticos. Na maioria dos casos, a bactéria morre durante o preparo do alimento, mas os riscos de contaminação podem estar na manipulação da carne crua na cozinha e de outros utensílios, ou no consumo de carne muito mal passada.

“Pela primeira vez, sabemos quanto de nossa carne e aves está contaminada com um estafilococo resistente aos antibióticos, e é essencial saber”, afirmou Lance Price, do Translational Genomics Research Institute de Phoenix, Arizona, coordenador do estudo. “O assunto é preocupante e exige atenção sobre como são utilizados os antibióticos na atual produção de alimentos para animais”, completou Price, para quem “provavelmente” a bactéria resistente “está na comida dos próprios animais”.

O estafilococo aureus não figura entre as quatro bactérias que habitualmente o governo americano busca nas análises que faz da carne: salmonela, campylobacter, escherichia coli e enterococo.

Mais de dois milhões de pessoas são infectadas nos Estados Unidos anualmente com estas bactérias. Centenas delas morrem, com um risco maior para crianças, idosos e pessoas com sistema imunológico vulnerável.

As 136 mostras obtidas incluíram 80 marcas de carne e foram retiradas de 26 mercados nas cidades de Los Angeles, Chicago, Fort Lauderdale (Flórida), Flagstaff (Arizona) e na capital Washington DC.

O estudo mostra que a bactéria foi encontrada dentro da carne e, portanto, não é, em absoluto, provável que a presença seja motivada pela manipulação. A culpa provavelmente recai sobre “as granjas industriais com densidade de estoque, onde os alimentos animais sistematicamente têm pequenas doses de antibióticos (...), ideal para um caldo de cultivo para bactérias resistentes que passam dos animais aos humanos”, destaca o estudo.

“Os antibióticos são os medicamentos mais importantes que temos para tratar infecções por estafilococo; mas quando o estafilococo é resistente a três, quatro, cinco e até mesmo nove antibióticos diferentes - como comprovamos neste estudo -, os médicos ficam com poucas opções”, afirmou Price.

O documento não avalia os riscos para a população desta cepa de estafilococo. “Agora, precisamos determinar o que significa isto em termos de risco para a saúde do consumidor”, disse o co-autor Paul Keim, diretor do Center for Microbial Genetics and Genomics da Northern Arizona University.

(Terra)

Nota: Isso lá nos EUA. Agora imagine países em que a fiscalização é muito menos eficiente... Está na hora de levarmos mais a sério as palavras de Ellen White: “A luz que me é dada é que não tardará muito, teremos de abandonar o uso de alimentos animais. Mesmo o leite terá de ser rejeitado. Acumula-se rapidamente a doença. Acha-se sobre a Terra a maldição de Deus, porquanto os homens a arruinaram. Os hábitos e práticas dos homens levaram a Terra a tal condição que algum outro alimento precisa substituir a carne para a família humana. Não necessitamos absolutamente de alimento Cárneo. Deus nos pode dar outra coisa” (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 384, 385). Evidentemente que tudo deve ser feito com equilíbrio e oração. Precisamos pesquisar para saber que “outro alimento” usar em lugar da carne. Mas precisamos tomar sérias atitudes a esse respeito.[DB]

 
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